5 de mar. de 2010

Família




Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:

Oh, me desculpe por favor", foi a minha reação.

E ele disse:

- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!

Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu.

Então, nos despedimos e cada um foi para o seu lado.

Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do
meu lado tão em silencio que eu nem percebi.

Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca.

- Saia do meu caminho filho!

E eu disse aquilo com certa braveza.

E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido.

Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.

Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me
dizendo:

- Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou!
Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou
com isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São
flores que ele trouxe para você.
Ele mesmo as pegou; a cor-de-rosa, a amarela e a azul.
Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as
lágrimas nos olhos dele.

Nesse momento, eu me senti muito pequena.

E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas.

Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.

- Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou para mim?

Ele sorriu,

- Eu as encontrei embaixo da árvore. Eu as peguei porque as achei tão
bonitas como você!. Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul

Eu disse:

- Filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje.
Eu não devia ter gritado com você daquela maneira.

- Ah mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!

- Eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul.

Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual
trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.

Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos
filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas.

E nós raramente paramos para pensar nisso.

Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que
nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que
realmente estamos perdendo.

Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um "Eu te amo", de dizer
um "Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é
importante para nós.

Ao invés disso, muitas vezes agimos rudimente, e não percebemos o quanto
isso machuca os nossos queridos.

A família é o nosso maior bem!!

Algo para nunca esquecer




Sua presença é um presente para o mundo.

Você é único e só há um igual a você.

Sua vida pode ser o que você quer que ela seja. Viva os dias, apenas um de cada vez. Conte suas bênçãos, não seus problemas. Você os superará venha o que vier.

Dentro de você há muitas respostas. Compreenda, tenha coragem, seja forte. Não coloque limites em si mesmo. Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.

As decisões são muito importantes para serem deixadas ao acaso. Alcance seu máximo, seu melhor e seu prêmio. Nada consome mais energia do que a preocupação.

Quanto mais tempo se carrega um problema, mais pesado ele fica. Não leve as coisas tão a sério. Viva uma vida de serenidade, não de arrependimentos.

Lembre-se que um pouco de amor dura muito. Lembre-se muito disso: dura para sempre. Lembre-se que a amizade é um investimento sábio. Os tesouros da vida são todas as pessoas. Perceba que nunca é tarde demais.

Faça coisas simples de uma forma simples. Tenha saúde, esperança e felicidade. Encontre tempo para fazer pedidos a uma estrela. E nunca jamais esqueça, por sequer um dia, o quanto você é especial.

Tradução do original - One Thing To Never Forget
Autor: Desconhecido

Aproveitar a Vida





Você aproveita a vida?
É muito comum ouvir as pessoas, e principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida. E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.
Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?
Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.
Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumir-se nos prazeres carnais.
Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos porque estamos na Terra. E por essa razão desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.
Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública na companhia de outros colegas que costumavam reunir-se todos os finais de expediente para beber e fumar a vontade, foi convidado a acompanhá-los.
Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro. Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia, ao que ele respondeu: “a minha inteligência é que me impede de fazer isso.”
E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida? Perguntaram os colegas.
O rapaz respondeu com serenidade: “e vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar?
Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida, que para mim é preciosa demais.

Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor.
É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e nobres.
Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida.
Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida.
Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências.
Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la. Assim também é com relação à vida. E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela.
Se você é partidário dessa idéia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida.
E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro.
Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos.
Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.
Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que lhe consomem lentamente.
Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre “aproveitar a vida”.

***
“A vida é um poema de beleza, cujos versos são constituídos de propostas de luz, escritas na partitura da natureza, que lhe exalta a presença em toda parte.
Em conseqüência, a oportunidade da existência física constitui um quadro a parte de encantamento e conquistas, mediante cuja aprendizagem o Espírito se embeleza e alcança os altos planos da realidade feliz.”

E se a Vida fosse uma Estrada?





Cada um de nós caminha pela vida como se fosse um viajante que percorre uma estrada.

Há os que passam pouco tempo caminhando e os que ficam por longos anos.

Há os que vêem margens floridas e os que somente enxergam paisagens desertas.

Há os que pisam em macia grama e os que ferem os pés em pedras pontudas e espinhos.

Há os que viajam em companhias amigas, assinaladas por risos e alegria. E há os que caminham com gente indiferente, egoísta e má.

Há os que caminham sozinhos – inclusive crianças - e os que vão em grandes grupos.

Há os que viajam com pai e mãe. E os que estão apenas com os irmãos. Há quem tenha por companhia marido ou esposa.

Muitos levam filhos. Outros carregam sobrinhos, primos, tios. Alguns andam apenas com os amigos.

Há quem caminhe com os olhos cheios de lágrimas e há os que se vão sorridentes.

Mas, mesmo os que riem, mais adiante poderão chorar. Nessa estrada, nunca se conheceu alguém que a percorresse inteira sem derramar uma lágrima.

Pela estrada dessa nossa vida, muitos caminham com seus próprios pés. Outros são carregados por empregados ou parentes.

Alguns vão em carros de luxo, outros em veículos bem simples. E há os que viajam de bicicleta ou a pé.

Há gente branca, negra, amarela. Mas se olharmos a estrada bem do alto, veremos que não dá para distinguir ninguém: todos são iguais.

Há gente magra e gente gorda. Os magros podem ser assim por elegância e dieta ou porque não têm o que comer.

Alguns trazem bolsas cheias de comida. Outros levam pedacinhos de pão amanhecido.

Muitos gostam de repartir o que têm. Outros dão apenas o que lhes sobra. Mas muita gente da estrada nem olha para os viajantes famintos.

Há pessoas que percorrem a estrada sempre vestidas de seda e cobertas de jóias. Outros vestem farrapos e seguem descalços.

Há crianças, velhos, jovens e casais, mas quase todos olham para lugares diferentes.

Uns olham para o próprio umbigo, outros contemplam as estrelas, alguns gostam de espiar os vizinhos para fofocar depois.

Uma boa parte conta o dinheiro que leva e há os que sonham que um dia todos da estrada serão como irmãos.

Entre os sonhadores há os que se dedicam a dar água e pão, abrigo e remédio aos viajantes que precisam.

Há pessoas cultas na estrada e há gente muito tola. Alguns sabem dizer coisas difíceis e outros nem sabem falar direito.

Em geral, os sabichões não gostam muito da companhia dos analfabetos.

O que é certo mesmo é que quase ninguém na estrada está satisfeito. A maioria dos viajantes acha que o vizinho é mais bonito ou viaja de forma bem mais confortável.

É que na longa estrada da vida, esquecemos que a estrada terá fim.

E, quando ela acabar, o que teremos?

Carregaremos, sim, a experiência aprendida durante o tempo de estrada e estaremos muito mais sábios, porque todas as outras pessoas que vimos no caminho nos ensinaram algo.

A estrada de nossa existência pode ser bela, simples, rica, tortuosa. Seja como for, ela é o melhor caminho para o nosso aprendizado.

Deus nos ofereceu essa estrada porque nela se encontram as pessoas e situações mais adequadas para nós.

Assim, siga pela estrada ensolarada. Procure ver mais flores. Valorize os companheiros de jornada, reparta as provisões com quem tem fome.

E, sobretudo, não deixe de caminhar feliz, com o coração em festa, agradecido a Deus por ter lhe dado a chance de percorrer esse caminho de sabedoria.

Após 10 anos de uso continuo de cocaina e tentar 2 suicidios achei que estava tudo perdido, não conseguia ver a vida sem drogas, até conhecer um DEUS maravilhoso de onde vem um poder fora do normal que me sustenta e N.A onde fiz novos amigos. vivo só por hoje e é maravilhoso. tô careta tô legal
Jefferson de A. Ribeiro
Rio de Janeiro - RJ - Brasil

Alguém que já usou

Tenho 33 anos e posso dizer que deste assunto eu entendo, comecei usando maconha pra experimentar, fumei durante algum tempo, e não me consederava um viciado pois passava vários dias se usar a droga e não sentia falta, não cheguei a roubar ninguém par manter o vício, mais se tivesse fumava todos os dias.

Um belo dia fui apresentado à Cocaína, foi o maior barato, me senti um super homem, pensei que droga bacana, sem o cheiro que a maconha deixa, sem olhos vermelhos, uma droga limpa! Foi a maior besteira que fiz na vida, e pouco tempo eu estava totalmente dominado por ela, sempre fui um cara trabalhador e corri atrás do que eu queria, mais quase perdi a vida para a cocaína, trabalhava só para comprar drogas, felizmente não dei prejuíjos nem prejudiquei ninguém, pois consegui, com a ajuda da minha namorada, hoje minha esposa sair do vício e recuperar minha vida, mais ela me segurou quando eu já estava quase todo afundado na areia movediça e só restava a cabeça para fora.

Por isso galerinha do bem, não se deixem iludir pelas falsas promessas de loucas viagens, porque a maior de todas as viagens e levar a vida longe das drogas!
F. Contagem/MG.



Conheci o mundo das drogas me deparei com a triste realidade de ter um filho envolvido com drogas. Gostaria, no entanto, de rebater alguns clichês que sempre ouvi em palestras ou até mesmo cursos de treinamento contra as drogas, sou professora. Um desses clichês é que se envolvem com drogas jovens cuja família é desestruturada em nossa família sempre nos pautamos pelos princípios religiosos, pelo respeito mútuo, e meu filho entrou nesse mundo; outro é com relação às ações e reações do usuário de drogas, meu filho não se enquadra em nenhum desses estereótipos de agressividade, furtos, ou quaisquer outros dos quais em toda palestra se fala.

Gostaria de alertar aos pais e mães que acessam este blogger quanto ao nosso despreparo para lidar com a situação das drogas na nossa família e dizer a eles que não tenham medo de se informar e vigiar seus filhos, ficando atentos a cada detalhe, cada companhia, cada festa, show, acampamento, escola, até às músicas que seus filhos escutam. Isto pode salvar a vida do seu filho, da sua família, porque esta é uma doença da família, o sofrimento é de todos. Meu filho foi traído pela auto-suficiência, por se achar imune, por pensar, como aliás todo adolescente, que nada de ruim poderia acontecer com ele. Portanto, jovens, antes de pensarem em experimentar, por curiosidade, as drogas pensem que vocês são vulneráveis, que podem se machucar e machucar, seriamente, sua família, seus amigos, todos aqueles que lhe querem bem.

Desculpem se escrevi demais, mas acho que este meu depoimento pode ajudar outras pessoas a não passarem pelo que eu, meu marido, minhas filhas e genro estamos passando.
Obrigada
Maria do Amparo G. F. Chaves
Brasília - DF - Brasil
Oi meu nome é Fabricio, tenho 27 anos, casado tenho uma filhinha linda de 1 ano e 9 meses..sou usuario de cocaina a 8 anos...nunca conversei com ninguem a respeito do meu problema, nem com minha esposa, eu nunca admiti pra ela que sou depedente quimico...
só Deus sabe como eu desejo largar essa porcaria, eu tento tento...e no final a cocaina sempre me vence, hoje estou num estado que já não tenho mas forças pra lutar contra..
por isso estou aqui pra pedir ajuda pra alguem que talves já passou por isso tbm!! já não sei mas o que faço minha esposa não aguenta mais me ver drogado quase todos os dias a noite, estou quase perdendo minha familia que amo muito..POR FAVOR ME AJUDEM...muito obrigado!
Fabricio
Itajai - SC - Brasil

“Ou você fuma ou morre”




Baiano, J. veio para o Distrito Federal ainda menino com pais e irmãos. Aos 18 anos, na companhia do melhor amigo, encarou a aventura que mudaria sua vida. Pegou um ônibus para São Paulo. Deslumbrou-se com a maior cidade do país. Conheceu lugares, pessoas e o crack. “Me perdi no cachimbo”, resume, contabilizando, 26 anos depois, os prejuízos: “Três amores perdidos, pouca convivência com os filhos, sem casa própria, emprego e dinheiro”. Também não tem mais saúde: “São dores no joelho, nas pernas, no estômago e no coração que não passam e não me deixam jogar um futebol ou fazer alguma outra atividade”, relata ele, que trabalhava como segurança no Plano Piloto e agora ocupa às horas do seu dia frequentando sessões de terapia em grupo, encontro de viciados e a igreja.

Faz bem falar sobre o assunto. É bom perceber que outras pessoas passam pela mesma coisa. A minha experiência pode ajudar alguém, principalmente os mais novos. São cada vez mais jovens. Crianças. Tem a curiosidade, os amigos e o preço que engana. Parece mais barato que outras drogas, mas como o efeito dura pouco, sai caro. Já experimentei de tudo: maconha, cocaína, merla, ácido...

O crack é diferente. É mais rápido do que a luz. Você quer mais e mais e mais. Já gastei numa única noite R$ 3 mil em pedras. E nessa hora, fica você e o cachimbo. Não tem família, comida, banho… Nada. É a perdição. Quando a onda começa a passar, vem a coisa ruim. Parece que tem alguém te perseguindo, observando.

Não dá para pensar em mais nada: ou fuma ou morre. Já tentei me matar. Subi até o terraço do prédio de 12 andares onde trabalhava e estava decidido. Mas a porta estava com cadeado. Foi Deus. Só que naquela época não acreditava em nada disso. Achava que não tinha chegado a minha hora. Não foi a primeira vez. Também já tirei o lacre de segurança do botijão de gás de casa. A minha ex-mulher estava comigo.

O maior sofrimento é pensar que causei mal às pessoas de que gosto, principalmente aos meus pais. A família do viciado sofre muito. Precisa de atenção. Todo mundo fica doente. É muito bom poder conviver de novo. Já te contei que estou morando com eles? É que o crack levou tudo: casa, carro, móveis, roupas… Fui parar no buraco do poço mesmo. Tenho consciência de que o meu caso é grave. Só eu sei o que é passar os dias com o “diabinho” falando no seu ouvido para voltar para a droga. Você vai ficando louco. Tudo lembra o crack. Tenho medo de cair na tentação e não aguentar.

Tem um ano que estou limpo. Quer dizer, cometi um deslize. Acho que está bom. Fiquei com nojo. Vomitei, passei mal e senti fortes dores de cabeça. Pela primeira vez, ao longo desse tempo todo, sinto que vou conseguir. Fiquei internado e agora faço o acompanhamento. Além do crack, preciso me livrar do álcool e depois do cigarro. Também tomo um coquetel de remédios controlados. No meu quarto, tem uma caixa com vários comprimidos e na minha pasta, outros tantos.

O tratamento é assim: um dia após o outro. Qualquer deslize pode ser o fim da linha. Naquele tempo não conseguiria olhar nos seus olhos. O crack te faz sentir inferior. É gratificante perceber que tenho projetos para o futuro aos 44 anos. Quero casar, arrumar emprego e quem sabe até outro filho.

Eu era uma garota de 15 anos



"Eu era uma garota. Uma garota que, aos 15 anos de existência, deixou de viver, mas que agradece a Deus a felicidade que um dia possuiu.
Eu era como você, autêntica, amiga, feliz e o mais importante era que eu vivia.
Nessa etapa, nessa época, eu saía da escola abraçada com os meus amigos, trocávamos mensagens de fé, carinho e amor. Saíamos todos juntos sem distinção de cor, raça, sexo ou religião. Nós nos divertíamos ao máximo.
Quando íamos à igreja, rezávamos todos juntos com uma chama de esperança nos olhos, de um mundo melhor.
Naquela época eu tinha amigos. Sempre que precisavam de mim, eu estava disposta a ajudar, fazia o que podia para tirar você da angústia. Um dia fiquei angustiada e fui falar com você. Pedi uma palavra de fé, esperança, conforto, e você mostrou-me algo que chamou minha atenção, um algo que parecia com um cigarro comum.
Você ofereceu-me e disse que aquilo ia me fazer bem, iria me ajudar. Fumei aquele cigarro sem medir as consequências, pois acreditava em você.
Enquanto estava sob efeito do tóxico tudo estava bem. Passando o efeito, procurei-o novamente, e novamente você me ofereceu a famosa ' maconha'.
Passou muito tempo e minha vida foi se resumindo em procurá-lo, ou melhor, procurar a maconha que você me oferecia. Na realidade eu já era uma morta-viva, porque a única coisa que me mantinha viva era o meu coração, que não havia parado de bater.
Resolvi então procurar alguém que pudesse me ajudar a deixar a maldita droga. Fui ao médico.
No dia seguinte, fui buscar um dos vários resultados dos exames que o médico havia pedido, justo no dia do meu aniversário, no dia em que completaria 15 anos. No resultado, constava uma doença grave em alto adiantamento, pouco tempo de vida. Morri antecipadamente, morri porque você foi um dos culpados, também responsável pela minha morte. Na realidade você foi um dos principais, pois quando lhe pedi vida você me ofereceu a morte."

4 de mar. de 2010

Carta à Minha Mãe

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.

As notícias, arrumadas como pérolas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.

Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.

E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.

Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.

Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.

Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.

Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.

Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso por mim escolhida.

As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refri.

Quantas lembranças, mãe querida!

Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.

Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária, poderia me oferecer.

Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.

Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais:

Tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!

E de outras vezes:

Cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.

A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.

Lições e lições.

A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.

Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.

Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.

E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.

E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.

Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

* * *

Entre as quadras da vida e as atividades que o Mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.

Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.

Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.

E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.

Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente

3 de mar. de 2010

Como Criar um Delinquente




Quando se fala em delinqüência, muitos pais sofrem só em pensar no que esse termo representa.

Alguns de nós pensamos e repensamos em como pode uma criança cordata, amável durante a infância, tornar-se um delinqüente na adolescência e juventude.

Nós não nos damos conta, mas somos, enquanto educadores, os maiores responsáveis pela delinqüência que vige no mundo.

O Departamento de Polícia de Houston, Texas, elaborou uma lista enumerando 9 MANEIRAS FÁCEIS DE COMO CRIAR UM DELINQÜENTE. A lista é a seguinte:

1 - comece, na infância, a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que deseja.

2 - quando ele disser palavrões, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.

3 - nunca lhe dê orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos, e “decida por si mesmo”.

4 - apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.

5 - discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.

6 - dê-lhe todo o dinheiro que quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades por que você passou?

7 - satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. (Negar pode acarretar frustrações prejudiciais).

8 - tome o partido dele contra vizinhos e policiais. (Todos têm má vontade para com o seu filho).

9 - quando se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: “nunca consegui dominá-lo.”

Aja assim, e prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino.

Quando nos queixamos do desgosto por que nos fazem passar os filhos, normalmente esquecemos todos esses detalhes enumerados pela polícia de Houston. Enquanto ainda são crianças imaginamos que jamais venham a delinqüir. Em verdade é esse o nosso mais profundo desejo. No entanto, é bem possível que nos equivoquemos procurando acertar. Procurando fazer o melhor para os rebentos tão queridos aos nossos corações.

Se temos a intenção de fazer de nossos filhos cidadãos responsáveis e dignos, comecemos a prestar mais atenção na forma de educação que lhes damos.

Ensinar-lhes a tolerar frustrações, estabelecer regras a serem respeitadas, limites a serem observados, são medidas eficientes.

Consideremos sempre que nossos filhos são Espíritos reencarnados e, como tal, trazem consigo a bagagem de erros e acertos conquistados ao longo das existências.

Consideremos ainda, que todos renascemos para galgar degraus na escala evolutiva, e sejamos os impulsionadores daqueles a quem Deus nos confiou a educação. Dessa forma, de nada teremos que nos arrepender mais tarde, quando tivermos que prestar contas às Leis divinas.

***

Você sabia que é na adolescência que o espírito retoma a bagagem de experiências acumuladas ao longo da sua caminhada evolutiva?

É que na adolescência o corpo e o psiquismo já estão preparados para receber essas informações.

Não é outro o motivo pelo qual muitos pais desconhecem os filhos, que passam a ser outra pessoa, dizem, quando chegam à adolescência.

E você sabia que até aos sete anos de idade a criança é mais suscetível aos ensinamentos?

Por isso devemos nos esmerar para dar-lhes uma educação efetiva, de forma que esta possa suplantar as informações equivocadas que por ventura traga o nosso filho, de existências anteriores.

Efeitos do Álcool






O álcool é um depressor do Sistema Nervoso Central e age diretamente em diversos órgãos, tais como o fígado, o coração, vasos e na parede do estômago.

Em pequenas quantidades o álcool promove uma desinibição, mas com o aumento desta concentração o indivíduo passa a apresentar uma diminuição da resposta aos estímulos, fala pastosa, dificuldade à deambulação entre outros. Em concentrações muito altas, ou seja, maiores do que 0.35 gramas/100 mililitros de álcool o indivíduo pode ficar comatoso ou até mesmo morrer.

Os efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características pessoais. Por exemplo, uma pessoa acostumada a consumir bebidas alcoólicas sentirá os efeitos do álcool com menor intensidadclass="texto"e, quando comparada com uma outra pessoa que não está acostumada a beber. Um outro exemplo está relacionado a estrutura física; uma pessoa com uma estrutura física de grande porte (considerando altura, massa muscular e gordura) terá uma maior resistência aos efeitos do álcool. Outros fatores estão associados ao metabolismo do indivíduo, vulnerabilidade genética, estilo de vida e tempo em que o álcool é consumido

A Associação Médica Americana (The American Medical Association) considera como uma concentração alcoólica capaz de trazer prejuízos ao indivíduo 0.04 gramas/100 millilitros de sangue. 1

A tabela abaixo correlaciona os níveis de concentração de álcool no sangue (CAS) e os sintomas clínicos correspondentes.

Critérios de uso, uso nocivo ou dependência de álcool

Podemos chamar de uso, qualquer consumo de bebida alcoólica, mesmo que episódico ou esporádico.

Indivíduos que bebem eventualmente, mas que exageram nestas ocasiões, podem vir a ter problemas legais, de saúde ou familiares decorrentes deste uso. Diz-se que tais indivíduos fazem um uso nocivo do álcool.

A dependência ocorre quando o consumo de determinada substância é compulsivo, ou seja, o comportamento do usuário está fundamentalmente voltado para o impulso de ingerir o álcool, continuamente ou periodicamente, com a finalidade de obter um estado de alteração da consciência, prazer, evitação ou diminuição de sintomas de abstinência e cuja intensidade é capaz de ocasionar problemas sociais, físicos e ou psicológicos.
Os casos de abuso, dependência ou abstinência do álcool devem ser tratados. 3

Dependência de Álcool ou Alcoolismo

A décima versão da Classificação Internacional das Doenças (CID-10)3 estabeleceu diretrizes diagnósticas para a dependência.

O conceito de dependência envolve os seguintes critérios:
1. desejo intenso ou compulsão para ingerir bebidas alcoólicas.

2. tolerância: necessidade de doses crescentes de álcool para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância;

3. abstinência: síndrome típica e de duração limitada que ocorre quando o uso do álcool é interrompido ou reduzido drasticamente.

4. aumento do tempo empregado em conseguir, consumir ou recuperar-se dos efeitos da substância; abandono progressivo de outros prazeres ou interesses devido ao consumo.

5. desejo de reduzir ou controlar o consumo do álcool com repetidos insucessos.

6. persistência no consumo de álcool mesmo em situações em que o consumo é contra-indicado ou apesar de provas evidentes de prejuízos, tais como, lesões hepáticas causadas pelo consumo excessivo de álcool, humor deprimido ou perturbação das funções cognitivas relacionada ao consumo do álcool.

De acordo com o CID-10, para que se caracterize dependência, pelo menos três critérios devem estar presentes em qualquer momento durante o ano anterior.

Entre os indivíduos dependentes, há diferentes níveis de gravidade que dependerão da presença de sintomas de abstinência e da quantidade e impacto das perdas e prejuízos advindos do uso da substância.3

Referências
1.American Medical Association. Drivers Impaired by Alcohol -Council on Scientific Affairs (http://www.ama-assn.org/ama/pub/article/2036-8134.html).
2. Dubowski, K.M. (1985). Absorption, distribution and elimination of alcohol: Highway safety aspects. Journal of Studies on Alcohol (Suppl. 10). 98-108.
3. Classificação Internacional de Doenças (CID 10). (http://www.cid10.hpg.ig.com.br/)
Fonte:CISA - Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool

Para Ler Quando Estiver Sozinho




Eu tinha 13 anos. Por necessidades do trabalho de meu pai, nos mudamos para uma cidade muito longe de onde eu nasci e cresci. Me tornei um adolescente problemático.

Sempre irritado e rebelde, sem nenhuma consideração por qualquer coisa que meus pais falassem ou fizessem por mim. Assim como muitos adolescentes, me esforcei para fugir de tudo que não combinasse com meu jeito de ver o mundo. Rejeitei qualquer oferta de amor. De fato, eu me irritava com a simples menção da palavra amor.
Uma noite, após um dia particularmente difícil, fui para o meu quarto, fechei a porta e pulei na cama. Quando, na privacidade de minha cama, coloquei minhas mãos sob o travesseiro, encontrei um envelope. Puxei-o e no envelope estava escrito: "Para você ler quando estiver sozinho".

Já que eu estava sozinho, ninguém saberia se eu li ou não, assim eu o abri. Estava escrito:
"Mike, eu sei que sua vida está difícil agora, eu sei que você está frustrado e eu sei que nós não fazemos as coisas certas.
Mas sei também que te amo muito e nada do que você faça ou diga mudará isso. Estarei sempre aqui se você precisar conversar, e se você não quiser, tudo bem. Saiba apenas que não importa onde você vá ou o que você faça de sua vida, sempre irei te amar e estarei orgulhosa em tê-lo como meu filho.

Estou aqui por você e amo você, e isso nunca mudará.
Com amor, Mamãe."
Aquele foi o primeiro de diversos bilhetes "Para você ler quando estiver sozinho".
Hoje viajo pelo mundo, fazendo palestras, procurando ajudar as pessoas. Certa vez, ao final de um seminário, uma senhora me procurou e contou sobre as dificuldades que tinha com seu filho. Caminhamos pela praia, e eu lhe contei sobre o eterno amor de minha mãe e sobre o

"Para você ler quando estiver sozinho". Semanas mais tarde, eu recebi um cartão onde ela contava que tinha escrito sua primeira carta e deixado para seu filho.
Naquela noite quando fui para a cama, coloquei minhas mãos sob meu travesseiro e lembrei do relevo que sentia cada vez que recebia uma carta. No meio de meus turbulentos anos de adolescência, as cartas foram a garantia que eu poderia ser amado apesar de tudo.

Antes de adormecer, agradeço à Deus que minha mãe tenha sabido tudo o que eu, um irritado adolescente, precisava. Hoje, quando os mares da vida começam uma tempestade, eu sei que debaixo de meu travesseiro há essa garantia de que o amor - amor consistente, vigilante e incondicional - trará a calmaria.
(Mike Staver)

Por que, Papai?




A estação de trem estava bem movimentada naquela manhã cinzenta, na cidade de salvador.

A chuva caía, insistente e fria, e as pessoas indo e vindo, apressadas, nem percebiam o doloroso drama que ali se desenrolava.

Afinal, cada criatura se detinha nas suas próprias preocupações, sem tempo para olhar ao redor.

Mas, para as frágeis forças do pequeno Fábio, o sofrimento se fazia quase insuportável.

Ele estava diante do seu ídolo, do seu herói, do seu protetor, para dizer aDeus...

Seu pai o estava abandonando... E ele, no auge dos seus cinco anos de idade, não conseguia entender o porquê, nem a necessidade daquela separação que lhe fora imposta.

Sabia que a providência tinha sido tomada por sua mãe, mas não compreendia a razão que o forçaria a viver longe do seu amado pai.

O trem iria partir em breve. A mãe o apressava. Mas seus pequenos braços se esforçavam para reter o pai, num abraço demorado...

Eu o amo, papai! Dizia baixinho, entre soluços. Não entendo por que, papai...

Por que tenho que me separar de você a quem tanto amo?

O pai permanecia calado. Afinal, não tinha uma resposta convincente para aliviar a dor daquela separação.

Sua amargura não se pode mensurar, pois estava perdendo seu filho por causa do álcool.

Ele era alcoólatra, e a mãe desejava preservar o filho da convivência infeliz, para oferecer a ele um futuro digno.

É bem possível que o pai tenha sentido a amargura daquele momento, mas sua vontade não era bastante firme para renunciar ao vício... Preferiu renunciar ao filho, a quem dizia amar.

Aquela triste experiência abalou profundamente o coração do pequeno Fábio.

Aquele dia deixou marcas indeléveis em sua alma infantil. As gotas de chuva, que se confundiam com suas lágrimas quentes, foram testemunhas silenciosas do seu drama de menino.

O trem partiu... O pai ficou na plataforma, observando o filho desaparecer ao longe...


O tempo passou... Hoje Fábio já conta com mais de vinte e cinco primaveras, mas em sua retina ainda ecoa o ruído de seu coração aflito daquela manhã chuvosa de despedida e dor.

Seu pai ainda não largou o vício. E Fábio, mesmo não sendo mais um garotinho, ainda sente que cada gole que o pai ingere é como se desferisse uma punhalada em seu peito sensível.


A história é verdadeira e, infelizmente, não é um caso isolado.

Há muitos filhos de pais alcoólatras amargando a triste sina de presenciar ou de sofrer a violência por parte daquele que assumiu a responsabilidade de proteger e educar.

Indefesas, essas crianças têm que se submeter a todo tipo de constrangimento provocado no lar por pais desequilibrados sob o vício do álcool.

Outras tantas, embora permaneçam debaixo do mesmo teto, amargam a indiferença que aniquila e mata a esperança.

E quantas crianças que, como nosso pequeno Fábio, tiveram que se distanciar de pais aos quais amavam e de quem desejavam proteção?

Importante que se pense com seriedade a esse respeito.

Importante, ainda, que o pai ou a mãe consciente possa preservar os filhos dessas tragédias conseqüentes do alcoolismo.

Pense nisso!

As lesões causadas nos corações infantis são de difícil cura.

Quantos dramas, quantas fobias, quantos desequilíbrios podem surgir de uma lesão afetiva provocada na infância, e seguir o indivíduo por toda uma existência!

Por essa razão, vale a pena tratar essa questão com muito carinho e atenção.

Pense nisso!

Vai desistir?




Tem certeza disso, então dê uma olhadinha...
A única diferença entre você e esses é que acreditaram
em si mesmo. Vai desistir? Pense bem!

O General Douglas MacArthur foi recusado na Academia Militar de West Point, não uma vez, mas duas. Quando tentou pela terceira vez, foi aceito e marchou para os livros de história.

O superstar do basquete, Michael Jordan, foi cortado do time de basquete da escola.

Winston Churchill repetiu a sexta série. Veio a ser primeiro ministro da Inglaterra somente aos 62 anos de idade, depois de uma vida de perdas e recomeços.

Sua maior contribuição aconteceu quando já era um "cidadão idoso".

Albert Einstein não sabia falar até os 4 anos de idade e só aprendeu a ler aos 7.
Sua professora o qualificou como "mentalmente lerdo, não-sociável e sempre perdido em devaneios tolos".
Foi expulso da escola e não foi admitido na Escola Politécnica de Zurique.

Em 1944, Emmeline Snively, diretora da agência de modelos Blue Book Modeling, disse à candidata Norman Jean Baker (Marilyn Monroe) : "É melhor você fazer um curso de secretariado, ou arrumar um marido. "

Ao recusar um grupo de rock inglês chamado The Beatles, um executivo da Decca Recording Company disse : "Não gostamos do som. Esses grupos de guitarra já eram."

Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho. O Presidente Rutheford Hayes disse: "É uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso ?"

Thomas Edison fez duas mil experiências para conseguir inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o que ele achava de tantos fracassos. Edison respondeu : "Não fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2.000 passos."

Aos 46 anos, após anos de perda progressiva da audição, o compositor alemão Ludwig van Beethoven ficou completamente surdo. No entanto, compôs boa parte de sua obra, incluindo três sinfonias, em seus últimos anos.

Por isso não devemos achar nunca que NOSSO TEMPO acabou. Enquanto estivermos aqui, há algo para aprendermos e, muito possivelmente, alguém para aprender conosco também.
Não devemos nos estagnar na vida por medo.

VAI DESISTIR?

Aproveitar a Vida




Você aproveita a vida?

É muito comum ouvir as pessoas e, principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida. E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.

Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?

Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.

Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumir-se nos prazeres carnais.

Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos porque estamos na Terra. E, por essa razão, desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.

Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública, na companhia de outros colegas que costumavam se reunir todos os finais de expediente para beber e fumar à vontade, foi convidado a acompanhá-los.

Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro. Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia, ao que ele respondeu: A minha inteligência é que me impede de fazer isso.

E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida?Perguntaram os colegas.

O rapaz respondeu com serenidade: E vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar? Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida que, para mim, é preciosa demais.

* * *

Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor.

É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e nobres.

Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida.

Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida.

Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências.

Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la. Assim também é com relação à vida. E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela.

Se você é partidário dessa ideia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida.

E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro.

Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos.

Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.

Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que o consomem lentamente.

Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre aproveitar a vida.

Aos Consumidores de Drogas




Talvez você já tenha dito ou ouvido a infeliz afirmativa: “se eu uso drogas, o problema é meu, e ninguém tem nada a ver com isso. A droga só a mim prejudica”

Se você pensa dessa maneira, gostaríamos de lhe convidar a fazer algumas reflexões a respeito, sob outro ponto de vista.

Você já deve ter visto, ao vivo, pela TV ou nos jornais, a triste imagem de uma criança de oito anos de idade ou de um adolescente de doze, com uma metralhadora na mão, a serviço dos traficantes de drogas, não é mesmo?

São cenas chocantes e deprimentes, você há de convir...

No entanto, você jamais deve ter pensado que, usando drogas, está colocando o dinheiro na mão do traficante para que ele compre a arma e a coloque nos ombros dessas crianças.

Você já deve ter visto o sórdido espetáculo de uma mãe desesperada, com o coração sangrando e o rosto banhado em pranto, debruçada sobre o cadáver do filho querido que foi morto tentando fazer com que a “mercadoria” chegasse às suas mãos.

Você, que é consumidor, talvez não tenha se dado conta, mas é um dos responsáveis pela violência gerada nesse disputado mercado das drogas.

Você, que é usuário de drogas, ainda que seja de vez em quando, está contribuindo com a corrupção nutrida no submundo das drogas, e fomentado a disputa sangrenta pelo consumidor, que enche os bolsos dos poderosos do tráfico, dizimando vidas e matando esperanças.

Lamentavelmente, a grande maioria desses consumidores não percebe que o mal que causam está longe de ser “um problema seu”, como afirmam.

Não se dão conta de que seu vício é alimentado com sangue e lágrimas de muitos.

Em nome da satisfação de seu egoísmo, o consumidor de drogas deixa um rastro de sangue sem precedentes... E responderá por isso perante as leis divinas, sem dúvidas.

Recentemente as mídias noticiaram o assassinato de um jornalista, que foi executado a sangue frio pelos “donos do pedaço” que ele invadira no cumprimento do seu dever de profissional comprometido com a verdade.

O povo se manifestou. Houve passeatas, protestos e pedidos de justiça. Muito louvável, não há dúvida.

Mas, quantos daqueles que empunharam a bandeira da paz e da justiça não terão contribuído para que aquela execução se realizasse?

Quantos executivos que, sentados em suas poltronas de luxo criticam a violência, sem se dar conta de que esta é alimentada pela farta mesada que colocam nas mãos de filhos viciados.

Você há de concordar que não haveria esse mercado infame das drogas se não houvesse o consumidor.

Quando vemos a cínica expressão de um prisioneiro que comanda o terror de dentro da prisão, temos que admitir que ele age dessa forma porque tem “costas quentes”, e está seguro de que nada lhe acontecerá.

E você, que é consumidor de drogas, está financiando esse mercado bilionário, alimentando esses tiranos cruéis que enriquecem graças a sua frágil vontade de encarar a vida de frente e de mente lúcida.

Mas essas não são as únicas desgraças que um viciado provoca. Há aquelas que acontecem dentro do seu próprio lar. Aquelas capazes de dilacerar um coração de mãe ou de pai, de irmão ou de filho, com atitudes inconseqüentes e egoístas.

Se você ainda não havia pensado nessa questão sob esse ponto de vista, pense agora.

E, se pensar com sinceridade, perceberá que o vício está longe de ser um problema só seu, que só a você prejudica.

Faça um balanço urgente e tome a decisão acertada: boicote as drogas. Empobreça esses abutres que se alimentam das vidas dos dependentes descuidados.

Se lhe faltarem as forças, busque ajuda de profissionais especializados e confie seu coração àquele que foi e continua sendo O maior Psicoterapeuta de todos os tempos: Jesus cristo. Seu atendimento é gratuito, basta busca-Lo através da oração.

Se as drogas ainda não destruíram por completo o seu senso crítico, reflita agora sobre tudo isso e mude o rumo dos seus passos.

Temos certeza de que você conseguirá.